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ENTREVISTA – TAINARA ARAÚJO – ALIVI

Setembro 15, 2013

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Olá pessoal,

Com muita alegria trazemos uma nova entrevista, dessa vez quem respondeu nossas perguntas foi uma das moradoras da Alivi, Tainara Araújo falará um pouco de sua doença, quais os desafios, sintomas, dificuldades e nos deixará uma mensagem de incentivo, acompanhe:

Grupo Solidary – Quando descobriu que possuía essa enfermidade?

Tainara: Descobri logo depois de completar 19 anos.

Grupo Solidary – Passou por algum constrangimento devido à enfermidade?

Tainara: Não senti nenhum constrangimento, só quando comecei a quimioterapia que cai o cabelo e eu enquanto pessoal fiquei chateada, mas encontrei muito apoio com minha família e superei isso.

Grupo Solidary – Como conheceu a Alivi? Como é o tratamento de seus Profissionais e Diretores?  

Tainara: Até descobri a Leucemia passei por vários diagnósticos errados. Quando descobri tive um acompanhamento multidisciplinar.

Tive várias sequelas como perda da visão e fui muito respaldada pelo Hospital Regional da minha cidade (Santarém).  

Conheci a Casa de Apoio através da Assistente Social do Hospital das Clínicas, fui acolhida com minha mãe e irmão na primeira vez e agora para o transplante a casa também apoiou minha irmã (doadora de medula) e a tia porque minha irmã é menor de idade então ela veio acompanhar.

Sem este apoio seria complicado porque não temos dinheiro para pagar uma pensão ou hotel. A Alivi oferece uma casa grande, cama, Tv, alimentação…… é uma ajuda importante para continuar o tratamento fora da nossa cidade.

Grupo Solidary – Quais são as complicações do tratamento, quais sintomas você sente?

Tainara: Já tive todas as complicações. O tratamento é longo e sofrido, vários exames, quimioterapia, radioterapia.

Os sintomas da doença é a fraqueza que confunde com tantas outras doenças.

A reação da quimioterapia é: diarreia, vômito, feridas na boca, calafrio, febre, dor nas pernas, cansaço, falta de sono, falta de apetite, existem vários e cada um sente algo ou tudo junto depende de cada pessoa. Eu não senti nada na primeira fase do tratamento, só na recaída que quase morri, acho que se não fosse à força da minha família e Deus. Agora estou 100% feliz e com o transplante estarei 1.000%.

Grupo Solidary – Além do tratamento e orientações médicas, faz ou busca algo que ajude na recuperação?

Tainara: Sempre tive muita fé em Deus e com a doença aumento mais. Tenho muito apoio da minha família e dos médicos, isso tudo ajuda na luta contra a doença.

Grupo Solidary – Muitas pessoas reclamam encontram dificuldades na vida, qual mensagem deixaria para essas pessoas?

Tainara: Nunca reclame de nada na vida, mesmo se tiver uma doença como esta. A vida é muito curta e devemos viver intensamente. As dificuldades vêm para aprendermos a nós tornar seres humanos mais perfeitos.

O Grupo Solidary agradece a moradora pela entrevista concedida e com certeza estaremos juntos no dia 29/09/2013 na ação promovida pelo Grupo Solidary…

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